Já não fosse eu
a dizer com tanto acúmulo
que te amo mais que tudo
mas não posso serenar.
Por fim um tudo...
mas nem isso me completa
e sem sentido eu fosse sereno
já não seria eu a dizer com tanto acúmulo.
Eu que nunca vi-me assim
entre mil e mil em mim
encontrados dentro e sem fim
e sem vê-me vivo em fim
Mas de vezes volto a ver
e em mim se fazem crer
que já não fosse eu
a te amar em um universo
Mas só isso não me basta
não preciso que me ame
se te amar me faz viver..
e me amar me faria bem mais
E os mil e mil em mim
já se fazem se encontrar
de tantos fazem-me falar
o que as vezes não entendo...
Tão diferentes
Como descolorir o que conheço
Se eu pudesse te amaria
Mas me amar não consigo
Desfazem-se num segundo
E em zilhões ficam presentes
Levam no céu.
E me jogam num interno
Que é amá-la,
Tão feliz em movimento
No jardim já tão florido
Brincando de amar.
E quem dera fosse eu
Que tivesse que te ver
Já não bastou ser diferente
Quis me conhecer
E me levar...
E de volta cá eu estou.
Já não fosse eu
A engasgar de tanto acúmulo
Tão nervoso e singelo
Mútuo em desespero
Se ao menos conseguisse
Terminar a plena frase
“Que confuso é o coração
que nunca tanto te amou.”
Autor: Erick
Data:
22/09/11
agora deu!!!
ResponderExcluirmuito bom!!