quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Minhas incertas palavras

De nada valem...
Assim ecoam
Sabe-se lá por onde
Quando assim fizer sentido?

Estarei bem longe eu sei,
E se não perceberes
de nada vali em sua vida.

Mais tarde eu sei,
que o vento me trará a você
E tudo o que desejo
É que tenha...
Algo de mim a ser lembrado.

Sei que nunca estarei só
Pois algo escrevi...
E se algo escrevi
Minha vida não foi tão vazia...

E se vazios foram os momentos
É que às vezes eu não soube
distinguir os olhares

Enquanto hoje há perguntas
Que seria sabedoria responder melhor no passado
á de ficar nesse eco
O sabor de um simples sonho.

Nada mais que um simples adeus...
O que tenho no momento

Vão-se os dias...
Vão-se as palavras...
O que fica,
me basta.

Pra sempre, na memória

Erick
17/10/11

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